Viagem…
Bem galera, so to fazendo um psot aqui, dizendo que estarei viajando essa semana, então não vou postar nada, provavelmente (mas eu quase nunca posto msm neh, entao ta de boa acho lol) bem, ate mais
sexta to de volta
abraços
Sei que nunca vou me arrepender de ser sua fã, porque você me orgulha cada vez mais, com cada música, com cada ato e sorriso. Você é a alma do Slipknot, do Stone Sour, e porque não do metal? Mostrando que ele não precisa ser repetitivo, ou seguir dilemas, para alcançar fãs no mundo todo. E que pode sim ter letras tocantes e surpreendentes. Obrigado por todo seu trabalho. Meu eterno ídolo, Corey Taylor.
His Beloved Psychopath
Sobre os posts enormes…
É, depois de tantos posts enormes contando uma historia totalmente idiota e ruim (como tudo q eu faço lol) irei explicar o q estou fazendo.
Como podem ver, estou postando uma historia narrando os fails dos personagens que eu e uns amigos representamos num jogo chamado D&D (Dungeons & Dragons), sim somos nerds lol. Então, como eu achei que a historia tava muito boa, decidi escrever um livro narrando exatamente, ou quase, o que acontecia lá. Como personagens, eu sou Annimus, meu amigo Caio, do tumblr http://baaaaah.tumblr.com/ , que interpreta o Tímpano. Bruno, outro amigo que interpeta Glork. Breno e Figueiredo que interpretam personagens que ainda não apareceram. E finalmente Daniel, que é o mestre do jogo, ou seja, ele que interpreta todos os outros personagens que não aparecem toda hora (a maioria so aparece uma vez) , incluindo monstros, so que nesse caso, ele interpreta alguns personagens (nao falarei quantos e nem quem são, logo vcs saberap, se continuarem a ler essa merda) que seguem viajem com a gente.
Sobre a historia, eu estarei postando sempre por partes.
-Como assim?!
Bem… quando eu escrevo, geralmente escrevo por partes, hora falando sobre algo, hora sobre outra coisa. Tudo está conectado demais para separar por capitulos, mas pouco conectado para ser apenas uma parte, entao estou separando elas. No word (original e com ediçao de texto bonita xD) estava separando por asteriscos, pq achei uma boa ideia.
Bem, é basicamente isso. Se alguem leu, gostaria que me dessa a opinao por ask ou por email: guigs_ferreira@hotmail.com
Obs.: não vou aceitar pedidos de amigos no msn, a nãos er q a pessoa se apresente por ask e coisas afins…
Obs v2.0.: Esqueci de falar que a partir de agora, basicamente não estarei postando mais aquelas coisas idiotas, to sem tempo pra checar o tumblr direto, então so vou psotar as continuaçoes e de vez em quando alguma coisa imbecil como sempre.
Até mais!
Capítulo Um – Aparências. Parte IV
Foi uma noite fria e silenciosa. O único barulho que se ouvia eram alguns uivos distante de vários lobos caçando na fria brisa do outono. Dentro do castelo, o ar estava pesado e não parecia se mover. Ainda estava sob a vigília de vários soldados silenciosos e imóveis, como estátuas a proteger um antigo tesouro esquecido.
A aurora não tardou a chegar, e logo, os primeiros raios do sol anunciaram o novo dia e a troca de turnos. Já dentro do castelo, as pessoas começavam a se agitar, enquanto um soldado estava parado em frente a um quarto, pensando se deveria bater na porta. Hesitou durante alguns minutos, e então decidiu bater.
– Ah… Com licença, Boro mandou acordá-lo para o desjejum… – Ninguém respondeu.
– Tem alguém aí?
O soldado girou a maçaneta. A porta não estava trancada, mas o quarto estava vazio.
– Será que errei o quarto?
– O que você está fazendo dentro do meu quarto?
O soldado se assustou com a voz que vinha atrás das suas costas, sacou a espada e desferiu um golpe rápido em quem estava atrás dele. Mas por sorte, ou habilidade, o vulto desviou do ataque, e rapidamente atacou o soldado com seu grande machado. O soldado conseguiu defender o golpe a tempo, mas a força era muito grande, e o fez cair um pouco atordoado e encostado na parede. O meio-ork desferiu outro golpe com seu machado, mas dessa vez na espada do soltado, que quebrou em duas partes. O soldado olhou para cima, e viu que atacara Glork, um dos visitantes.
– Ah! Perdoe-me! – Curvou-se rapidamente. – me assustei e o ataquei, mesmo sem saber quem era! O senhor teve todo o direito de revidar!
– Certo… Mas o que você estava fazendo no meu quarto? – Glork encarou o soldado durante alguns segundos.
– Boro mandou acordá-lo para o desjejum.
– Não “tô” com fome. Onde tem cerveja?
– Não está com fome? Certeza?
– Sim. Onde tem cerveja?
– Ah… Descendo as escadas, vire à direita. A pequena taverna está na última porta.
– Ok.
Glork virou-se e foi andando até as escadas, onde desceu e sumiu da vista do soldado.
– Certo! Próximo quarto agora…
Andou durante algum tempo, e chegou ao quarto de Annimus. Bateu na porta, e alguns segundos depois, veio uma resposta.
– Entre.
O soldado abriu a rústica porta e viu o mago na janela, com um pássaro negro em uma das mãos. Assim que o pequeno corvo viu que o soldado entrara no quarto, grasnou como se estivesse pronto para atacar qualquer ameaça ao seu dono.
– Não precisa se preocupar, Mesmer. Ele não nos fará mal. – Annimus olhou para o soldado.
– É… Não vim fazer mal algum. – falou olhando para o corvo, que retribuiu com um grasnado baixo e, de certo modo, constrangido.
Voltando-se para Annimus, o soldado falou:
– Boro pediu para acordar e avisá-lo que o desjejum já está quase pronto.
– Ah, obrigado, mas já comi. Bem, de qualquer modo, obrigado por vir aqui. Diga a Boro que o agradeço por se importar.
– Certo. Irei me retirar agora.
O soldado virou-se, saiu do quarto e fechou a porta.
Capítulo Um – Aparências. Parte III
O céu ao Leste já estava negro, com poucos pontos pequenos brilhantes. Ao Oeste, ainda existia alguns raios do sol, mas este, que já estava desaparecendo, parecia se fundir com o horizonte.
A Estrada Leste, à frente do castelo, estava completamente vazia[5] e escura, com exceção de algumas fogueiras brilhando ao longo da pacata floresta. Alguns minutos depois, as terras dos humanos já estavam completamente mergulhadas na escuridão calma e serena do outono. Estava tão calmo que se podia ouvir o farfalhar das árvores ao vento frio, como se fossem sussurros perdidos durante uma tempestade. E se alguém estivesse concentrado, era possível ouvir o bater das asas das aves noturnas.
Sem nenhum aviso prévio, uma mancha negra apareceu, andando em direção ao castelo, Os arqueiros, sem hesitar, prepararam os arcos, apenas aguardando o comando de Boro. A mancha, conforme se aproximava, adquiria a forma de um homem, mas não emitia qualquer ruído ao caminhar sobre a relva macia.
– Quem se aproxima? – Boro gritou, mas não houve resposta. – Não me ignore, já fui perturbado o bastante hoje! – furioso, desembainhou e brandiu a espada.
– Creio que não há motivos para gritar, caro guarda. – disse o vulto, se aproximando o suficiente para o enxergarem, mas ele usava um capuz. – Não sou nenhuma ameaça a você e sua guarda. Não receberam minha mensagem?
– Então foi você que enviou aquele corvo com a mensagem?
– Sim, fui eu, Annimus. – retirou o capuz para que Boro pudesse vê-lo à luz fraca das tochas. – A propósito, onde está meu corvo? Gostaria de vê-lo – após dizer isso, sorriu.
– O corvo está bem, o prendemos em uma gaiola grande, lá no estábulo, junto aos cavalos. Mas porque chegou tão cedo? Pensei que chegaria apenas amanha, entre o amanhecer e o meio-dia. – embainhou a espada e ordenou para que trouxessem o corvo.
– Por mais que eu goste de passar meus dias calmos refletindo na floresta perto de minha casa, dormir numa cama quente e macia me parece melhor do que dormir nas folhas secas e frias. Não pensa o mesmo?
– Sim, claro.
Os guardas voltaram com a gaiola em que se encontrava o pequeno animal negro. Colocaram-na no chão e abriram a pequena porta. O corvo voou desesperadamente para seu amigo. O elfo estendeu a mão para que ele pousasse.
– Quanto tempo garoto, como vai? Cuidaram bem de você? – Annimus acariciava o animal enquanto balançava a cabeça, como se o corvo estivesse respondendo, e após um longo suspiro, se voltou para Boro. – Senhores, realmente gostaria de continuar com nossa conversa, mas estou cansado de minha longa viagem até aqui. Seria algum incômodo alguém me acompanhar até meus aposentos?
– Claro que não… Desculpe-nos qualquer mal entendido, não sabíamos como cuidar e alimentar um corvo, não são animais comuns por essas regiões… – falou, e virando-se para um dos guardas que estava lá. – Acompanhe nossa visita para seu quarto.
– Sim, senhor! – o guarda respondeu quase que imediatamente.
– Obrigado, muito prazer. – disse Annimus, curvando-se para Boro.
– Disponha, o prazer foi meu. – curvou-se de volta.
[5] Não era costume dos humanos viajar durante a noite devido ao perigo que a noite representa à eles.
Capítulo Um – Aparências. Parte II
Apesar da Ilha ser grande, a distância entre a Capital e o castelo do rei Krieg era consideravelmente pequena. O castelo se localizava relativamente próximo à Estrada Leste, sendo de fácil localização. Apenas algumas horas a cavalo eram necessárias para chegar ao castelo, e por esse motivo, Glork e Tímpano chegaram quase ao mesmo tempo, mesmo que não tenham viajado juntos e sequer terem notado a presença um do outro durante a travessia.
Quando chegaram ao seu destino, o sol já banhava o céu com seus raios vermelhos, anunciando a chegada do crepúsculo. As paredes brancas e brilhantes do pequeno castelo mostravam um brilho escarlate como se estivesse sendo consumido em chamas. Sua frente era ornamentada, seguindo os traços do grande portão voltado para o Oeste. Era cercado apenas por uma muralha. Não havia cidade[4]. Entre a muralha e o castelo, fora construído um pequeno bosque com as árvores mais belas da região, as quais exalavam um cheiro tão doce quanto o perfume da mais bela musa. Era composto apenas por três torres e dois andares, sendo duas torres erguidas nas extremidades do portão, e a terceira torre, a mais alta, fora erguida no centro do castelo. Sua guarda era formada por muitos arqueiros, que revezavam turnos em cima da muralha, e por dois cavaleiros reais de armaduras reluzentes, que ficavam cada um de um lado da entrada do castelo.
O halfling chegou alguns minutos antes de Glork, por algum motivo que desconhecemos. Após chegar, Tímpano encarava o cavaleiro, enquanto mastigava uma palha.
– O que você quer? – Disse Boro, o guarda.
– Nada… – Respondeu passivamente.
– O que você tá fazendo aqui?
– Nada…
– Como assim nada?! Você deve ter viajado horas para chegar até aqui. Só para ficar me encarando?! – O guarda já estava ficando bastante irritado.
De repente Glork aparece atrás de Boro, assustando-o.
– Cadê a cerveja?
– Han? – O guarda parecia perdido.
– Aqui não tem taverna? Onde tá a cerveja?
– Ah… Terceira porta à direita daquele corredor. – Apontou, ao mesmo tempo em que abria o portão.
Quando Boro se virou para falar com Tímpano, notou que ele havia desaparecido. O pânico invadiu sua mente e ele começou a berrar pelos corredores do castelo.
– Cadê o nanico?!
Enquanto o guarda corria em desespero, Tímpano pensava qual quarto teria mais dinheiro para saquear. Subiu as escadas e começou a abrir todas as portas que encontrava, até que achou um banheiro, o qual resolveu usar. Após alguns minutos, saiu do banheiro e deu de cara com Boro e sua guarda armados e furiosos. Virou-se, fechou a porta e pulou pela janela, do segundo andar. Com sorte, conseguiu se segurar na parede de pedra e subiu até o topo da torre mais alta, onde esperava encontrar os melhores tesouros. Chegando lá, se deparou com um quarto escuro, cheio de teias de aranha e caixas velhas. No quarto havia uma mesa rústica de madeira, na qual se encontrava um prato cheio de gemas de diversas cores e tamanhos. Sem pensar duas vezes, pegou o prato e uma corda que estava jogada no chão. Após amarrá-la firmemente no parapeito da janela, começou a descer as paredes do castelo.
Como a patrulha perdera Tímpano de vista, todos voltaram às seus postos. Enquanto Boro olhava com preocupação o bosque, o halfling pousou a menos de 30 centímetros de onde estava.
– Você! – Gritou.
– Eu? – Retrucou ironicamente.
– Como se atreve a entrar sem permissão no castelo, causar todo esse alvoroço e cair na minha frente com esse prato cheio de pedras que você obviamente roubou. E ainda ter a cara de pau de me responder!
– A culpa é do meio-ork. – Disse naturalmente.
– Como assim?! Foi você que entrou no castelo e saiu com essas pedras preciosas roubadas. Como a culpa é do meio-ork? Saia da minha frente já, ou cortarei sua cabeça. – Gritou, brandindo sua espada.
– Tá. – Sem sequer hesitar, o halfling saiu correndo em direção ao bosque.
Poucos minutos depois, Boro percebeu a burrice que fizera ao deixar Tímpano fugir com as gemas, e após um longo suspiro, disse:
– Merda…
[4] Diferente de outros castelos, o castelo do rei Krieg não possuía uma cidade ao seu redor, era apenas a muralha e os campos da Ilha. O motivo por não existir uma cidade para comandar será revelado em breve.
Capítulo Um – Aparências. Parte I
Em algum lugar da Capital, existia uma taverna, não muito conhecida, onde dois humanos, sem importância alguma para nossa história, conversavam:
– Ah! Você ficou sabendo de Buta?
– O que aconteceu lá?
– Foi dominada por monstros. Monstros fortes…
– Hm… Podemos ser os próximos da lista.
– Quem liga? É só fugir e achar uma nova cidade para morar. – Após falar isso, fez um sinal para encherem seu copo.
– Se você diz… Ei! Isso me lembrou de que o rei Krieg está recrutando aventureiros para realizar algum trabalho para ele.
– Sei… Alguma recompensa? – O homem deu um longo gole de seu copo.
– Sim, algumas centenas de PO’s. Não é pra menos, parece que tem haver com Buta.
– Perigoso demais para mim. – Deu o último gole e completou a frase. – Perigoso demais para qualquer um aqui.
Ao ouvir isso, um vulto levantou-se, deixou algumas moedas de cobre em cima do balcão e lentamente deixou a taverna. Era Glork, um meio-ork alto e de aspecto peculiar. Não tinha cabelo algum em sua cabeça, e podia presumir-se das vestes, que era um bárbaro. Seus olhos eram negros e profundos, sua pele era em um tom acinzentado. Caminhou até deixar o beco, onde se encontrava a porta para a taverna. Depois disso, desapareceu entre a pequena multidão que caminhava na grande Capital dos Humanos[1].
Apenas a alguns metros dali, um halfling andava invisível pela Capital. Decidiu parar e descansar, encostado em uma pilastra. Tinha cerca de 90 centímetros de altura e possuía cabelos escuros e a cor de sua pele era clara. Seus olhos negros acompanhavam a multidão precisamente. Após um longo olhar para o céu, o halfling fechou os olhos e encostou a cabeça na pilastra. Alguns segundos depois, uma folha de papel que estava sendo levada pelo vento, pousou em seu colo. Ele abriu os olhos e a leu atentamente. O papel dizia que o rei Krieg estava recrutando aventureiros para resgatar seu fiel assistente, que fora capturado perto de Buta. Logo se interessou pelo pedido, e em poucos já estava se dirigindo ao castelo, pois havia recompensa. Seu nome era Tímpano.
Enquanto isso, na fronteira da Ponte Leste, os guardas avistaram um vulto suspeito chegando. Prepararam as espadas e arcos, caso fosse necessário. Mas não foi. Quando o vulto aproximou-se, os guardas puderam ver que parecia um humano de estatura média. Usava uma capa com um capuz que lhe cobria os olhos e o nariz.
–Pare! – Advertiu o guarda.
[1] Os Humanos fundaram suas terras dentro de uma grande ilha, A Ilha dos Humanos. A Capital é apenas a cidade principal, que é rodeada por pequenas cidades grandes, pois e vilas. A Ilha é ligada ao mundo através de três pontes: a Ponte Norte, a Ponte Leste e a Ponte Sul. São pontes realmente grandes, elas cruzam um pequeno pedaço do Oceano. Geralmente leva-se cinco dias para atravessar a maior delas, a Ponte Sul.
[2] Do mesmo jeito que existem vários povos e raças, existem várias línguas. Cada uma depende da raça e de onde é falada. Os elfos do Oeste não costumam se comunicar com outras raças, apesar de muitos deles saberem o alfabeto comum. Os anões do Sudeste, quando raramente saem de suas cavernas, quase nunca estão dispostos a aprender outra língua. A maioria dos humanos está disposta a aprender, mas poucos conseguem de fato compreender a difícil escrita dos elfos ou dos anões. Geralmente, apenas os guardas das fronteiras e os chefes das cidades humanas aprendem outras línguas.
[3] As três Estradas (Norte, Sul e Leste) partem da Capital e se dirigiam à sua respectiva ponte.
